quarta-feira, junho 22, 2005

Música ao vivo

Gente, não tenho nada contra os cantores da noite. Acho até agradável ir em algum lugar e escutar uma música ao vivo. Tem gente muito boa tocando pela noite. Agora, o problema é quando fica exagerado. Lugares para dançar com música ao vivo, excelente. Alguns bares mais descontraídos, ok também. Mas em cafeteria, acho que não combina muito, se quiserem apresentar cantores do tipo que tocam em churrascaria. E não me entendam mal sobre os cantores de churrascaria, mas é só uma forma de descrever o estilo. Nas cafeterias, um sonzinho tipo jazz, bossa nova, chorinho, até um sambinha de leve é muito legal, mas cantar músicas animadas da nossa mais variada MPB e ainda por cima com o som muitos decibéis acima do compreensível, já é demais para mim.
Ontem, ingenuamente, fui com um amigo na Status, para batermos um papo mais tranquilamente. Estava frio e pensei que uma cafeteria seria o mais aconchegante. Doce ilusão. Não sabia que lá tinha música ao vivo na terça-feira. E ainda por cima, muito alto. Não consigo compreender. Lá não é lugar para dançar, então, por que a música alta, atrapalhando quem foi lá para bater um papo ou até mesmo ler um livro ou quem sabe até comprá-lo? Acho que esta escolha da Status vai afugentar muita clientela, como aconteceu comigo. Saí correndo de lá.
Fui para a Cafeteria, antigo Café Três Corações. Não é que lá também tinha música. Do lado de fora. Mesmo assim, muito alta. Mesmo ficando do lado de dentro, o som atrapalhava em muito. Para tentar falar com o meu amigo, tinha que aumentar o volume da minha voz, assim como as pessoas das outras mesas. Ou seja, um barulho totalmente desnessário.
Será que as pessoas estão ficando surdas ou será que elas querem ir para um lugar onde não se possa conversar?

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