sábado, abril 30, 2005

Ziriguidun - (Av. Catalão, 470 - Caiçara)

Para quem gosta de dançar, taí uma boa pedida. Só que é bom saber a programação com antecedência. Tem dia de forró, tem dia de samba, e na sexta são projetos diferenciados. Se o Dj for bom, como foi o Pirata Z, que tocou na última sexta-feira, aí vale a pena. O lugar é espaçoso sem ser grande demais. Com uma decoração bem alternativa com simbolismos da nossa cultura afro. As pessoas que trabalham lá são muito simpáticas também. Uma das coisas que me chamou a atenção no Ziriguidun, foi a forma de pagamento. Lá se faz exatamente como eu acho que um bar dançante de BH deve fazerr. Você paga seu ingresso na entrada - R$ 7. Recebe um carimbo de pago. Se quiser sair e voltar depois, pode também. Se tiver bolsa ou casaco tem um guarda-volume (R$ 1). Depois, se quiser comprar uma cerveja, é só ir até ao bar e pagar em dinheiro. Nada de fichas, nada de anotar no papelzinho. O melhor é na saída. Não tem fila. Você simplesmente pega a sua bolsinha e pode sair de fininho. Ninguém vai te barrar na porta, pedindo a tal da comanda. Adorei esta forma de pagamento. Isto é o que sempre achei que faltava nos bares dançantes de BH. Parabéns.
[30/4/2005 16:10:57

Café Status - Rua Pernambuco - Savassi
Não tem lugar mais gostoso para encontrar um amigo do que uma cafeteria/livraria. Lá, se seu amigo demora um pouco mais do que o combinado, você passa os minutos se distraindo com leituras bem aprazíveis. Se você for do tipo "não estou a fim de ler neste momento", você se distrai com as pessoas muito interessantes e outras cheias de modismos que freqüentam estes lugares. Ou seja, um ótimo lugar para bater um papo e passar tempo no fim de tarde. Só que a Status está apostando demais no seu público e na "ambiance" e se esquecendo de uma coisa básica que mantém qualquer lugar aberto - atendimento de qualidade. Os garçons do Café parecem que não querem trabalhar. Está certo que numa cafeteria a pior coisa é ter alguém o tempo todo perguntando se você gostaria de pedir alguma coisa, se quer mais alguma coisa. Muitos freqüentadores gostam apenas de dar uma passadinha por lá, olharem alguns livros e não consumirem. Muito legal isto por parte da Status. Deixa o freguês bem a vontade. Só que os garçons não olham para as pessoas sentadas na mesa ou no balcão. Às vezes ficamos horas abanando a mão para chamar algum garçom, mas ele continua encostado no balcão, conversando com seu colega, sem nem mesmo perceber o que acontece a sua volta. Cadê o gerente e o dono deste lugar para prestarem atenção nestes mínimos detalhes que fazem a diferença? Um amigo meu, que é fumante e freqüentador assíduo da Status, me contou que quase todo dia vai lá, pede um café e acende um cigarro. Mesmo acendendo um cigarro com o isqueiro do garçom, ele tem que pedir o cinzeiro para ele. Como ele vai lá sempre, faz o mesmo ritual e é atendido quase sempre pela mesma pessoa, um dia destes ele se cansou. Pediu o café, acendeu o cigarro e, de propósito, não pediu o cinzeiro para ver o que acontecia. Como somos iludidos, achando que podemos mudar o mundo sem falar o porquê. Este meu amigo fumou o cigarro inteiro, batendo as cinzas no chão com gestos bem fortes para mostrar o que estava fazendo. Sabe o que aconteceu? Nada. Ele fumou todo o cigarro e ninguém apareceu para oferecer um cinzeiro. Por estas e outras que São Paulo está muito a frente de Belo Horizonte.
[18/4/2005 12:33:35

Anjos da Guarda

A empresa de segurança de festas e eventos Anjos da Guarda é uma das mais conhecidas e conceituadas em Belo Horizonte. Mesmo assim, ou até por não ter muita concorrência neste setor, eles estão pecando nos mínimos detalhes. Neste fim de semana, a Anjos da Guarda foi a responsável pelos manobristas do Minas Cult - evento super maneiro que ocorreu entre outros lugares, na Praça da Estação. Por questões de segurança, nada melhor do que parar seu carro na frente do evento, deixá-lo com um manobrista e aproveitar sua festa sem neuras. Ótima idéia. Só que o preço do serviço estava bem salgado para Belo Horizonte - R$ 10 - para o carro ficar guardado cerca de duas horas. Sem outra opção, o negócio era deixar ali mesmo e pagar o preço. Por este valor, o mínimo que se esperava era um serviço organizado e ágil. Mas que nada. Na saída, esperava-se no mínimo 20 minutos. De dia, debaixo de sol quente, não é nada agradável. De noite, já cansada, também não é nada bom. E quando a gente reclamava, eles diziam que, se quiséssemos, nós mesmos poderíamos buscar os carros. Ou seja, seria mais fácil ter oferecido o estacionamento no mesmo local, cobrando um valor mais compatível com o serviço. Quem estiver pensando em montar um novo negócio, pode ser uma boa entrar neste mercado mal servido. Falta concorrência. [Editar] [Excluir]

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