Show Time (Av. do Contorno, 3.849 - Santa Efigênia)
Para quem gosta de música brega do anos 80, uma boa pedida é o Show Time. Um lugar bem produzido. Ótimo para quem gosta de dançar. Além de músicas bregas, eles tocam também rock anos 80, pop rock e outras músicas, sempre tendo como referência os anos 80. Antes de ir, é bom dar uma conferida na programação no site wwww.suprasumo.net. A entrada custa R$ 12, mas quem se cadastrar no site o ingresso sai por R$ 8. No sábado, fui na comemoração de aniversário de um amigo meu. Não faltou nada. Teve até um telão com fotos retrospectivas dos anos 80 com Balão Mágico, Gugu Liberato ainda bem novinho, Gilliard, Gretchen, Gang 90, Menudos, etc. Para quem gosta do gênero, é um programa imperdível. Pegue sua turma e curta. Se quiserem, os mais ousados podem ir fantasiados que vão se sentir em casa. Agora, com certeza, o dj é melhor do que a banda Los Flatos que tocou no dia. A idéia da trupe é bacana, mas perde o fôlego com encenações nada engraçadas e bem batidas, além de terem como pano de fundo músicas bregas não muito conhecidas do público. Essas paradas esfriam a turma que já estava bem animada depois do telão. Como o lugar é bem descontraído, as pessoas é que vão até um carrinho e pegam sua cerveja ou outra bebida qualquer. Tudo sem grandes problemas. Esta caminhada até faz parte da descontração do lugar, quando você pode cruzar com outras pessoas e ter uma melhor visão de toda a festa. O lugar é novo e precisa ainda de alguns ajustes como a questão de filas. Na entrada, fila para averiguar seu cadstro e saber se você tem ou não direito ao desconto. Na saída, fila para pagar com apenas um caixa. Como eles estão ainda se aprumando, criaram rapidamente um outro caixa para liberar as saídas. Mesmo assim, a espera para pagar desanima qualquer um, especialmente, em fim de festa.
quarta-feira, 30 de março de 2005
Velox X Way Banda Larga
O atendimento via telefone foi criado para facilitar a vida dos clientes e das empresas, pelo menos, este era o princípio, mas não é a verdade real. Foi totalmente distorcido. Há duas semanas liguei para duas fornecedoras de internet via banda larga em BH. Todas duas atendem pelo 0800 - é o que dizem. Liguei para a Velox de um telefone que ainda precisa discar - não tem teclas, só aquela bolinha no meio com os números. Ok. Liguei. Uma voz digital me atendeu, pedindo para eu escolher um dos serviços oferecidos e teclar o número correspondente. Como não tinha tecla, disquei. Nada de me atenderem. A voz digital continuava até a ligação cair. Como eu queria muito verificar a possibilidade de instalação de uma banda larga, tentei mais uma, duas, três vezes. Na terceira, um atendente falou: - Alô, em que posso ajudá-la. Disse que queria instalar a BL. Qual foi a resposta dele? - Basta a senhora teclar o número correspondente que eles te atenderão. Daí, contei que já havia feito isso, mas sem sucesso. - Ele pediu para eu discar o número, então. Repeti o ato. - Senhora, o telefone da senhora está em pulse e precisa ser modificado para Tom (ou vice-versa, não me lembro mais). Eu disse que o telefone não tinha como mudar. - A senhora então vai ter que ligar de um celular ou de um telefone público para ser atendida. Eu, ainda acreditando em alguma solução mais prática, perguntei ao rapaz se ele não poderia transferir o telefonema para o serviço requisitado. Qual foi a resposta dele? - Não. A senhora vai ter mesmo que ligar novamente de um telefone público ou de um celular. Fiquei do outro lado uns 5 minutos com cara de tacho, pensando que mundo era aquele. Não seria mais fácil ele me transferir? Com este impedimento, eu teria feito o serviço com a concorrente com satisfação, mas este foi outro susto. Se eu sofresse do coração, acho que não estaria aqui para contar estes assombros dos prestadores de serviços necessários no Brasil. Muito bem. Liguei para a Way. Não tive problemas com discadores. Acho que eles são mais analógicos e aceitam aqueles telefones antigos ainda, diferentemente de uma telefônica. Imagina quem tem aquele telefone preto, lindo - daqui a pouco será mesmo peça de museu, mesmo tendo todos os atributos para funcionar normalmente. Que mundinho descartável este, heim? Pedi informações sobre a instalação da BL. O moço que atendeu pediu o endereço onde seria o serviço. - Rua Ceará com Bernardo Guimarães, bairro Funcionários, disse. Ele me respondeu: não, é Santa Efigênia. Acho que tenho que reaprender a geografia dos bairros em BH, mas isto é uma outra história. Depois de acertado o endereço, o moço me informou que não poderia instalar a Way onde queria porque não havia disponibilidade de cabo no prédio de oito andares. Perguntei então o que deveria fazer para que isso acontecesse. - Nada. Para isso, teríamos de fazer uma campanha no prédio para conseguir pelo menos mais cinco assinantes, mas no momento não temos este interesse. - Não tem interesse em vender mais assinaturas? Como assim? Estou chocada com o desinteresse desses prestadores de serviço. E não consigo entender como eles não têm interesse em fazer uma campanha numa região que foi considerada pela Revista Encontro como o metro quadrado mais caro de Belo Horizonte. Se eles não querem vender para aquela região, para qual seria? Final da história, estou sem banda larga no escritório que estou usando. E o pior é descobrir que não há uma concorrência ou uma outra alternativa para a instalação de banda larga. Um serviço tão importante nas mãos de dois ou três. Alguém sabe me dizer se há uma outra prestadora deste serviço em BH?
segunda-feira, 21 de março de 2005
Vinnil - bar e cultura (Rua dos Inconfidentes, esquina com Alagoas - Savassi)
Quem gosta de boa música - samba, bolero, jazz, bossa nova, etc - já tem um lugar para ir em BH. O Vinnil oferece estas opções com bom atendimento, cerveja gelada (long neck - R$ 2,70), chope (R$ 2,50) e cervejas especiais como Bohemia Weiss (R$ 7,00). Fui no sábado, casa cheia. Quase não entrei. Eles são rigorosos com o número de pessoas que cabem lá dentro. Certíssimos, assim vão conseguir manter o bom atendimento sem lotar a casa. No meu caso, fui barrada, mas estava com amigos que já tinham reservado um lugar para mim. O pior, não foi me barrarem, foi a forma que o gerente/dono tratou as pessoas que pediram para liberar a minha entrada. Ok. Tem limite de pessoas, mas também há limite de educação. Mesmo que tenha que dizer não, o não pode ser muito educado. Educação não custa nada e pode ser mais um diferencial para o novo bar. Por enquanto, ele é novidade, mas daqui a pouco, o que vai contar realmente é o tratamento dado a clientela.
La Traviatta (Av. Cristóvão Colombo)
Oi, gente, quem já não foi na La Traviatta - tradicional casa de massas de BH, muito frequentada por artistas, jornalistas, arquitetos, sociólogos e gente apreciadora de uma boa comida por um bom preço. Era o ponto preferido de quem saía do Cine Pathé (lembram-se), depois de ter assistido um filme de arte, para fazer uma leve refeição ou então servir de mesa redonda para os amigos analisarem o filme e outros assuntos - sempre regada com muita cerveja gelada e um bom atendimento. Pois é, o tempo passa, e os donos, gerentes e garçons se esquecem que apesar da freguesia garantida, a concorrência é muito grande. E uma vez mal atendido, pode ter certeza que será muito difícil aquele cliente voltar àquela casa. Neste domingo, um amigo meu foi almoçar no La Traviatta - ele é um frequentador da casa há muitos anos. Restaurante cheio, mas conseguiu uma mesa. Senta, toma sua cerveja com um amigo, bate-papo, escolhe o que comer. Passa-se mais de uma hora, quando ele relembra ao garçom de seu pedido. - Pedido? Que pedido? O garçom se esqueceu de anotar e, claro, meu amigo ficou uma fera. Foi-se embora com ares de nunca mais voltar. Como queria comer massa, foi para o concorrente que abriu portas recentemente no Pátio Savassi. Taí, La Traviatta, se não abrir os olhos, sua clientela logo logo vai frequentar outro endereço.
quinta-feira, 17 de março de 2005
Focaccia Fiorentina (R: Álvares Maciel)
Esta semana fui conhecer o Restaurante Focaccia Fiorentina, com mais três amigas. Ficamos encantadas: nota 10 para o atendimento, cerveja, comida e para o lugar, que é uma delícia (no fundo da casa tem uma jabuticabeira e uma parreira que cobre a melhor mesa do lugar). A especialidade, como o nome indica, são as focaccias, com recheios variados. A minha indicação vai para a focaccia com recheio de queijo brie, peito de peru defumado, cogumelo na manteiga e rúcula. O bar fica na rua Álvares Maciel, perto do Lapa, logo atrás da Santa Casa. Enviado por Mariana Valeu, Mariana. Eu também adorei o Focaccia. Só que só experimentei as massas. Uma delícia. Da próxima vou tentar a focaccia. E o atendimento era muito bom. O dono de lá tem o mesmo restaurante em Nova York e trouxe um pouquinho da cultura de atendimento eficiente dos norte-americanos. E o melhor, o movimento foi crescendo no boca-boca. Ou seja, porque ele é bom mesmo.
terça-feira, 15 de março de 2005