quinta-feira, março 31, 2005

Show Time (Av. do Contorno, 3.849 - Santa Efigênia)
Para quem gosta de música brega do anos 80, uma boa pedida é o Show Time. Um lugar bem produzido. Ótimo para quem gosta de dançar. Além de músicas bregas, eles tocam também rock anos 80, pop rock e outras músicas, sempre tendo como referência os anos 80. Antes de ir, é bom dar uma conferida na programação no site wwww.suprasumo.net. A entrada custa R$ 12, mas quem se cadastrar no site o ingresso sai por R$ 8. No sábado, fui na comemoração de aniversário de um amigo meu. Não faltou nada. Teve até um telão com fotos retrospectivas dos anos 80 com Balão Mágico, Gugu Liberato ainda bem novinho, Gilliard, Gretchen, Gang 90, Menudos, etc. Para quem gosta do gênero, é um programa imperdível. Pegue sua turma e curta. Se quiserem, os mais ousados podem ir fantasiados que vão se sentir em casa. Agora, com certeza, o dj é melhor do que a banda Los Flatos que tocou no dia. A idéia da trupe é bacana, mas perde o fôlego com encenações nada engraçadas e bem batidas, além de terem como pano de fundo músicas bregas não muito conhecidas do público. Essas paradas esfriam a turma que já estava bem animada depois do telão. Como o lugar é bem descontraído, as pessoas é que vão até um carrinho e pegam sua cerveja ou outra bebida qualquer. Tudo sem grandes problemas. Esta caminhada até faz parte da descontração do lugar, quando você pode cruzar com outras pessoas e ter uma melhor visão de toda a festa. O lugar é novo e precisa ainda de alguns ajustes como a questão de filas. Na entrada, fila para averiguar seu cadstro e saber se você tem ou não direito ao desconto. Na saída, fila para pagar com apenas um caixa. Como eles estão ainda se aprumando, criaram rapidamente um outro caixa para liberar as saídas. Mesmo assim, a espera para pagar desanima qualquer um, especialmente, em fim de festa.
quarta-feira, 30 de março de 2005
Velox X Way Banda Larga
O atendimento via telefone foi criado para facilitar a vida dos clientes e das empresas, pelo menos, este era o princípio, mas não é a verdade real. Foi totalmente distorcido. Há duas semanas liguei para duas fornecedoras de internet via banda larga em BH. Todas duas atendem pelo 0800 - é o que dizem. Liguei para a Velox de um telefone que ainda precisa discar - não tem teclas, só aquela bolinha no meio com os números. Ok. Liguei. Uma voz digital me atendeu, pedindo para eu escolher um dos serviços oferecidos e teclar o número correspondente. Como não tinha tecla, disquei. Nada de me atenderem. A voz digital continuava até a ligação cair. Como eu queria muito verificar a possibilidade de instalação de uma banda larga, tentei mais uma, duas, três vezes. Na terceira, um atendente falou: - Alô, em que posso ajudá-la. Disse que queria instalar a BL. Qual foi a resposta dele? - Basta a senhora teclar o número correspondente que eles te atenderão. Daí, contei que já havia feito isso, mas sem sucesso. - Ele pediu para eu discar o número, então. Repeti o ato. - Senhora, o telefone da senhora está em pulse e precisa ser modificado para Tom (ou vice-versa, não me lembro mais). Eu disse que o telefone não tinha como mudar. - A senhora então vai ter que ligar de um celular ou de um telefone público para ser atendida. Eu, ainda acreditando em alguma solução mais prática, perguntei ao rapaz se ele não poderia transferir o telefonema para o serviço requisitado. Qual foi a resposta dele? - Não. A senhora vai ter mesmo que ligar novamente de um telefone público ou de um celular. Fiquei do outro lado uns 5 minutos com cara de tacho, pensando que mundo era aquele. Não seria mais fácil ele me transferir? Com este impedimento, eu teria feito o serviço com a concorrente com satisfação, mas este foi outro susto. Se eu sofresse do coração, acho que não estaria aqui para contar estes assombros dos prestadores de serviços necessários no Brasil. Muito bem. Liguei para a Way. Não tive problemas com discadores. Acho que eles são mais analógicos e aceitam aqueles telefones antigos ainda, diferentemente de uma telefônica. Imagina quem tem aquele telefone preto, lindo - daqui a pouco será mesmo peça de museu, mesmo tendo todos os atributos para funcionar normalmente. Que mundinho descartável este, heim? Pedi informações sobre a instalação da BL. O moço que atendeu pediu o endereço onde seria o serviço. - Rua Ceará com Bernardo Guimarães, bairro Funcionários, disse. Ele me respondeu: não, é Santa Efigênia. Acho que tenho que reaprender a geografia dos bairros em BH, mas isto é uma outra história. Depois de acertado o endereço, o moço me informou que não poderia instalar a Way onde queria porque não havia disponibilidade de cabo no prédio de oito andares. Perguntei então o que deveria fazer para que isso acontecesse. - Nada. Para isso, teríamos de fazer uma campanha no prédio para conseguir pelo menos mais cinco assinantes, mas no momento não temos este interesse. - Não tem interesse em vender mais assinaturas? Como assim? Estou chocada com o desinteresse desses prestadores de serviço. E não consigo entender como eles não têm interesse em fazer uma campanha numa região que foi considerada pela Revista Encontro como o metro quadrado mais caro de Belo Horizonte. Se eles não querem vender para aquela região, para qual seria? Final da história, estou sem banda larga no escritório que estou usando. E o pior é descobrir que não há uma concorrência ou uma outra alternativa para a instalação de banda larga. Um serviço tão importante nas mãos de dois ou três. Alguém sabe me dizer se há uma outra prestadora deste serviço em BH?
segunda-feira, 21 de março de 2005
Vinnil - bar e cultura (Rua dos Inconfidentes, esquina com Alagoas - Savassi)
Quem gosta de boa música - samba, bolero, jazz, bossa nova, etc - já tem um lugar para ir em BH. O Vinnil oferece estas opções com bom atendimento, cerveja gelada (long neck - R$ 2,70), chope (R$ 2,50) e cervejas especiais como Bohemia Weiss (R$ 7,00). Fui no sábado, casa cheia. Quase não entrei. Eles são rigorosos com o número de pessoas que cabem lá dentro. Certíssimos, assim vão conseguir manter o bom atendimento sem lotar a casa. No meu caso, fui barrada, mas estava com amigos que já tinham reservado um lugar para mim. O pior, não foi me barrarem, foi a forma que o gerente/dono tratou as pessoas que pediram para liberar a minha entrada. Ok. Tem limite de pessoas, mas também há limite de educação. Mesmo que tenha que dizer não, o não pode ser muito educado. Educação não custa nada e pode ser mais um diferencial para o novo bar. Por enquanto, ele é novidade, mas daqui a pouco, o que vai contar realmente é o tratamento dado a clientela.
La Traviatta (Av. Cristóvão Colombo)
Oi, gente, quem já não foi na La Traviatta - tradicional casa de massas de BH, muito frequentada por artistas, jornalistas, arquitetos, sociólogos e gente apreciadora de uma boa comida por um bom preço. Era o ponto preferido de quem saía do Cine Pathé (lembram-se), depois de ter assistido um filme de arte, para fazer uma leve refeição ou então servir de mesa redonda para os amigos analisarem o filme e outros assuntos - sempre regada com muita cerveja gelada e um bom atendimento. Pois é, o tempo passa, e os donos, gerentes e garçons se esquecem que apesar da freguesia garantida, a concorrência é muito grande. E uma vez mal atendido, pode ter certeza que será muito difícil aquele cliente voltar àquela casa. Neste domingo, um amigo meu foi almoçar no La Traviatta - ele é um frequentador da casa há muitos anos. Restaurante cheio, mas conseguiu uma mesa. Senta, toma sua cerveja com um amigo, bate-papo, escolhe o que comer. Passa-se mais de uma hora, quando ele relembra ao garçom de seu pedido. - Pedido? Que pedido? O garçom se esqueceu de anotar e, claro, meu amigo ficou uma fera. Foi-se embora com ares de nunca mais voltar. Como queria comer massa, foi para o concorrente que abriu portas recentemente no Pátio Savassi. Taí, La Traviatta, se não abrir os olhos, sua clientela logo logo vai frequentar outro endereço.
quinta-feira, 17 de março de 2005
Focaccia Fiorentina (R: Álvares Maciel)
Esta semana fui conhecer o Restaurante Focaccia Fiorentina, com mais três amigas. Ficamos encantadas: nota 10 para o atendimento, cerveja, comida e para o lugar, que é uma delícia (no fundo da casa tem uma jabuticabeira e uma parreira que cobre a melhor mesa do lugar). A especialidade, como o nome indica, são as focaccias, com recheios variados. A minha indicação vai para a focaccia com recheio de queijo brie, peito de peru defumado, cogumelo na manteiga e rúcula. O bar fica na rua Álvares Maciel, perto do Lapa, logo atrás da Santa Casa. Enviado por Mariana Valeu, Mariana. Eu também adorei o Focaccia. Só que só experimentei as massas. Uma delícia. Da próxima vou tentar a focaccia. E o atendimento era muito bom. O dono de lá tem o mesmo restaurante em Nova York e trouxe um pouquinho da cultura de atendimento eficiente dos norte-americanos. E o melhor, o movimento foi crescendo no boca-boca. Ou seja, porque ele é bom mesmo.
terça-feira, 15 de março de 2005

Felício Rocho e Cassi

Gente, desta vez venho falar de um problema que aflige todos nós - bom atendimento na hora que mais precisamos e no qual não temos tempo nem saúde para negociar. Graças à Deus, o meu caso não foi grave, mas podia ter sido uma emergência e como ficaria? Hoje, pela manhã fui levar minha mãe, que já passou dos 60, para fazer um exame de ressonância magnética - pedido por um médico neurologista. Marcado para às 9h30. Chegamos e esperamos, como de costume. Quando fomos chamadas, a atendente disse que a Cassi não autorizava a realização do exame porque a data do pedido já havia expirado. Como assim? O pedido foi feito no dia 22/02, o exame marcado para 15/03 - nem um mês? Mas a Cassi não aceita pedidos com mais de 15 dias. Não interessa se o laboratório não tinha horário e se o cliente não teve tempo de fazer - afinal todos nós temos que cumprir horários muito rígidos para sobrevivermos neste mundo cada vez mais louco. Mas a atendente da Cassi foi categórica - tem que fazer outro pedido e, além do mais, não havia a menor necessidade da minha mãe fazer ressonância magnética. Mas se o médico, que estudou anos e anos em uma faculdade, fez residência e tem não sei quantos anos de experiência na área neurológica, pediu um exame, quem era aquela atendente, que mal mal deveria ter o segundo ano completo, para negar o pedido do médico? Coisa de um Brasil ainda no avesso. A nossa sorte é que as atendentes do Laboratório de Ressonância Magnética do Felício Rocho foram muito eficientes. A menina que nos atendia disse para minha mãe que ia tentar de novo e se fosse preciso a colocava em contato com o pessoal responsável para liberar o pedido. A atendente do FR disse que era um absurdo, afinal o cliente havia se deslocado de casa cedo, em jejum, para chegar lá e uma simples atendente vetar o pedido. Graças à Deus, minha mãe está com boa saúde, pode andar e tem gente que pode levá-la e buscá-la sem maiores problemas, mas imagina quem tem que pegar ônibus ou, pior ainda, quem vem do interior para fazer este exame e, quando chega lá, recebe a notícia que seu pedido está inválido. Valha-me Deus. Graças a insistência da atendente do FR, minha mãe pode fazer o exame. Ponto para o Felício Rocho por ter em seus quadros pessoas humanas e competentes. Zero para a Cassi, que cada vez mais dificulta seus clientes a serem atendidos nos hospitais e clínicas médicas. E olha que a gente paga bem carinho para não passar por este tipo de situação. Infelizmente, estamos nas mãos de pessoas irresponsáveis que apenas recebem ordem e não conseguem ver o lado humano. Infelizmente, nós brasileiros não contamos com um serviço de assistência médica eficaz, mesmo pagando altos impostos, mesmo pagando plano de saúde. Será que um dia vou ver isto mudar?

Parada do Cardoso

Na sexta a noite fomos comemorar o aniversário de uma amiga no Parada do Cardoso (Rua Dores do Indaiá, 409 - Santa Tereza - Tel: 3461.4798). O Parada é um lugar simples, escondido numa tranqüila rua do tradicional bairro belo-horizontino, e é famoso por ter preços honestos, cerveja gelada e uma pizza muito gostosa. Infelizmente, o atendimento deixou muito a desejar. Quando cheguei, já estavam na mesa a aniversariante e uma amiga. Ninguém apareceu para me perguntar se eu queria alguma coisa. Mais uma convidada chega, e nada de garçom. Por fim, chegou mais um casal e, finalmente, fomos atendidos - mas somente porque chamamos - gritamos - o garçom. Algum tempo depois, resolvemos pedir uma pizza, mas nada de garçom... Então, eis que um deles vem à mesa trazer duas caipirinhas. Imediatamente fiz o pedido a ele que, para minha surpresa, respondeu "Só um minuto, vou pedir o rapaz pra vir anotar o seu pedido". Como assim??? Tem um garçom pra pedir bebidas e um outro pra pedir pizza? Pois bem, o tempo passou e ninguém apareceu para anotar nosso pedido. Veio a dúvida: será que ele resolveu, ele mesmo, anotar nosso pedido ou, o que é mais provável, será que ele esqueceu de pedir ao rapaz que viesse até a nossa mesa? Passa mais um tempo, um outro garçom vem à mesa, e conto pra ele o nosso dilema. É, o nosso pedido não havia sido feito. Tudo bem, o bar estava bem cheio, mas é exatamente o que a Reparadora disse aqui anteriormente: se você trabalha nessa área e sabe que o seu bar fica cheio, contrate mais gente para trabalhar. Aproveite e peça aos seus funcionários para serem mais simpáticos: um cliente bem atendido, seja num bar, restaurante, loja, enfim, em qualquer estabelecimento comercial, com certeza voltará. Outra coisa que nos chamou a atenção no Parada do Cardoso foi o segundo andar: um terraço descoberto. Em dias quentes, sem chuva, deve ser uma delícia tomar uma cerveja gelada ali. Mas, e quando chove? Não tem um toldo sequer e o espaço fica totalmente desperdiçado. Parada do Cardoso: comida, cerveja gelada e preços nota 10; atendimento, simpatia, eficiência: 3.

Graciliano

Semana passada fomos almoçar no Graciliano, na Praça Marília de Dirceu, e, apesar da ótima comida, o atendimento deixou a desejar. Como estava muito cheio, com pessoas esperando mesas, o garçom, logo que viu nossos pratos vazios, fez de tudo para que saíssemos: perguntou umas três vezes se queríamos ou não cafezinho ou sobremesa. Como estávamos batendo papo, ele voltava e insistia para tomarmos o café ou, indiretamente, sairmos. Isso foi muito chato porque nos sentimos pressionados a sair do restaurante. O gostoso do almoço entre amigos é o bate-papo final, esperando a digestão, antes de voltar para o trabalho. No Graciliano não dá. (Jane) Este comentário foi postado pela Jane. Valeu. Bom saber, assim quando tiver que almoçar com amigos, não vai ser mais no Graciliano.

Balaio de Gato.

Hoje é dia do Balaio. Ele já virou roteiro de saída na minha vida. Não é para menos. O tratamento é nota 10. Todos muito simpáticos, das donas aos atendentes. Destaco aqui o Serginho. Ele é nota 10, com certeza. Para quem não conhece, é um lugar muito gostoso e como o próprio nome diz é um verdadeiro Balaio de Gato. Tem de tudo na lojinha, e no bar você tem sempre uma surpresa no cardápio. Sempre uma novidade. Aliás, mais do que isso, uma inovação. Não deixe de experimentar o drink Estação de Carambola com pimenta rosa (pode ser com cachaça ou vodka). Fica a seu gosto. Um lugar ótimo para o happy hour. As comidas também são excelentes. Abre a partir das 18hs e fecha por volta das 23hs. Fica na Piauí entre Aimorés e Timbiras, no Funcionários. Vale a pena conferir.

Ah! Bon!

E para inaugurar nosso espaço, vou falar do Ah! Bon, que fica no Pátio Savassi. Domingo, fui com mais dois amigos tomar um café. Pensamos onde ir e resolvemos enfrentar o Pátio Savassi. Rodamos os vários cafés que existem por lá e escolhemos o Ah! Bon!. Estava lotado, como era de se imaginar para um domingo. Esperamos alguns minutos e logo conseguimos uma mesa. Como estava cheio e os atendentes estavam em número reduzido, se não me engano, eram apenas duas para tantas demandas. Mesmo assim, no horário em que fui - por volta das 17h30 - só uma estava disponível. (não consigo entender como um dos dias de maior movimento, eles reduzem o número de profissionais trabalhando. Ok. Tem as questões trabalhistas e o direito ao descanso semanal. Todos merecemos, mas quem escolheu este ramo deve saber que sábado e domingo são os principais dias do negócio. Então, porque não colocam mais gente para trabalhar nestes dias?) Apesar da redução, a garçonete se desdobrou em 10 para atender todas as mesas. E o melhor, estava de bom humor. Parabéns para ela, que soube fazer seu ofício, mas a Nota é 5 para o dono ou gerente do lugar. Faltou pessoal, mas o café estava ótimo.

Atendimento Nota 10

Oi, gente, a idéia deste blog é discutir o atendimento realizado em restaurantes, bares, lojas, hotéis, padarias, etc. A intenção é buscar um melhor atendimento nestes estabelecimentos. Será que são os profissionais que atendem mal porque querem ou será que falta um gerenciamento nestes locais comerciais? Não se esqueçam, eles sobrevivem do nosso dinheirinho. Cliente satisfeito é garantia de retorno, enquanto um mal atendimento espanta o pontencial comprador. Nossa idéia é fazer com que estes lugares reflitam sobre seus negócios. Por que não oferecem um bom atendimento? Vamos apontar erros, se possível, com sugestões, mas também vamos dar Nota 10 para aqueles que realizam um bom trabalho. Não queremos ser carrascos de ninguém, mas chega de ser maltratado, especialmente, quando estamos gastando nosso dinheiro suado. Façam seus comentários. Nós merecemos Atendimento Nota 10.